Indicação de leitura!

Sedutoramente perigoso. Quem era aquele homem que olhava fixamente para um quadro, no Museu do Louvre? Atraída por ele, Brianne Martin venceu a timidez e aproximou-se. Pierce Hutton, porém, parecia não vê-lá. Todos os seus sentidos estavam voltaos para o passado: um passado feliz que não mais existia. Paris para ele não significava amos; significava lembranças. Embora Pierce parecesse inatingível, Brianne não conseguia se imaginar entregando sua inocênciaa outro homem. Muito menos ao sócio corrupto de seu padrasto. Obcecado por ela desde o primeiro encontro, aquele homem sem escrúpulos seria capaz de fazer qualquer coisa para possuí-la, até mesmo tramar um casamento para unir duas poderosas famílias. Tudo parecia perdido, até Pierce salvar sua vida, como ela o salvara…uma vez em Paris.
PALMER, Diana. Uma vez em Paris. São Paulo: Best Seller, 1999. LOCALIZAÇÃO: F 869 PALu

Sucesso de público em todo o mundo, este relato impressionante é obrigatório para quem quer compreender a cultura do Oriente Médio e a situação da mulher nos países árabes. A americana Jean Sasson reproduz aqui a história de “Sultana” (codinome de uma riquíssima princesa da Arábia Saudita) tal como ela lhe revelou. A verdadeira identidade da princesa permanece em segredo, pois seu depoimento lhe custaria a vida segundo a justiça de seu país. Parte da família real da Casa de Al Saud, donos de incomensurável riqueza e poder, Sultana cresceu numa família de nove irmãs e um irmão, para quem se dirigia todo afeto e respeito dos pais. Dessa forma, desde muito pequena, ela pode perceber o pouco valor atribuído à mulher, cuja única ocupação — mesmo nas classes mais abastadas — é servir. Mas Sultana tem um temperamento forte e indomável. É oferecida em casamento a seu primo Karim, por quem se apaixona verdadeiramente, encantada por suas idéias aparentemente mais modernas e liberais. Ao mesmo tempo, desafia a futura sogra com atitudes insolentes, o que configura um grave pecado pelas leis do Alcorão. À medida que amadurece, aumenta a rejeição de Sultana pelos horrores que testemunha diariamente. Revolta-se com as mulheres mutiladas, violentadas, apedrejadas em praça pública ou confinadas pela família; mãe de um menino e de duas meninas, ela não quer ver suas filhas expostas à brutalidade que se abate sobre suas conterrâneas. Uma brutalidade referendada pela religião e pelo Estado e, ela descobre aos poucos, apoiada e reproduzida dentro de seu próprio lar. SASSON, Jean P. Princesa: a história real da vida das mulheres árabes por trás de seus negros véus. São Paulo: Best Seller. LOCALIZAÇÃO 920 SASp

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